A nova do Strokes

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Quem já escutou a nova música do Strokes tem uma opinião sobre o assunto. Não é uma música daquelas “Ah, ouvi sim, normal”. Não; a mistura – que soa muito com um tecnobrega e é um sampler safado de uma música do Maná (lembra deles?) – não passa batida.

Quando falei da música nova do Bowie na sexta disse que música a gente tem que escutar algumas vezes pra saber, fora poucas exceções (lembro com uma clareza fora do normal a primeira vez que coloquei In Rainbows pra tocar, a batidinha de 15 Step começou e eu sabia que estava escutando o que iria ser um dos meus álbuns preferidos antes da primeira música começar direito). One Way Trigger é uma dessas músicas amor à primeira vista? Não. Mas ruim porque lembra tecnobrega? Peraí.

Acho que antes de mais nada não podemos desmerecer o tecnobrega por si só. É fácil falar que tecnobrega é ruim porque é brega (tá inteligente hoje, heim Taty Piriguete?), mas a verdade é que é um ritmo que estourou no Pará e chegou por aqui na abertura de novela da Globo. Agora, tira isso do contexto Pará, brega, Brasil, e pensa nisso com olhos de quem está de fora.

Mesmo sem o brega o tecno ainda incomoda? Ok. Eu também queria que eles fizessem um novo Is This It, mas… Isso foi há mais de 10 anos atrás. Eles fizeram mais 3 discos, sendo que o último nem foi lá essas coisas. E agora eles tentaram uma coisa nova. Não me sinto confortável em ouvir uma vez, achar diferente e já falar que é ruim. No mínimo, dou valor pra eles saírem da zona de conforto e fazerem um som completamente diferente.

E alguém mais lembrou das trilhas dos jogos de Atari com essa música ou fui só eu?

The Strokes começando 2013 com One Way Trigger:

E a música do Maná de onde o ritmo foi sampleado, En El Muelle de San Blás:

Boa terça-feira, gente.

I got the moves like Strokes

De todas as coisas maravilhosas que os Strokes trouxeram pra minha vida, uma das mais maravilhosas foi Repitilia. Qualquer dia ruim melhora com essa música. Se tudo tá dando errado, é a música que vai me fazer gritar junto e por tudo pra fora e ficar bem de novo. Se tudo está bem, é a música que vai me fazer arredar os móveis da sala e dançar.

Mas aí está o meu dilema: como dançar Strokes?

É um dilema pessoal e não sei se outras pessoas identificam, mas aquela batida rapidinha – que eu amo – é demais pra minha coordenação motora acompanhar, o que (infelizmente pra quem está assistindo) nunca me impediu de tentar.

Dançando ou não, uma boa sexta pra vocês.

 

 

 

Mantendo a calma

Pra quem achou paz no post da Ana ontem, hoje eu quis pra manter a calma.

Uma música do Strokes que era ótima na versão original e continuou ótima na versão para a trilha sonora do filme Em algum lugar qualquer, da Sofia Coppola, I’ll Try Anything Once. A minha versão favorita depende do momento.

Hoje é essa.

sob controle?

 

Toda banda de rock tem uma baladinha no disco, é clássico. Hoje vou postar a baladinha que não sai da minha cabeça nem com reza braba: ‘Under control’, do Strokes.

Casablancas & Cia conseguiram mais uma vez deixar a marquinha numa passagem da minha vida. Tanta coisa acontecendo, tanta coisa que parece estar sob controle… enfim: confusões!

“I don’t wanna change your mind,
I don’t wanna waste your time.
I just wanna know you’re alright.
I’ve got know you’re alright;
You are young, darling
For now, but not for long
Under control”

sem perder tempo!

Seguindo a moda da semana:

Aniversário, reunião, viagem, aula, aula, reunião, reunião, trabalho, reunião, aniversário, aula, aula, trabalho de campo!

UFA! Semanas corridas eu sempre opto por fazer uma lista bem agitada, bem rock’n’roll! Hoje escolhi o maior hit dos últimos 2 anos no meu carro: Someday, do Strokes.

Podia vir escrito no rotulo: levanta até difunto!

1 2 3 e já!