Sedução

Sim, eu te seduzo com o olhar
Se você não percebe, aprende a ver
Sim, eu te seduzo com as palavras
Se não sabe, aprende a ler
Sim, eu te seduzo com o cheiro
Se não sentiu, aprende a ter

E as promessas, essa não são sedução, são parafernálias de uma vida vazia

Te seduzo com a vida

E a música que eu escolho pra seduzir …

Vai chorar?

Essa expressão é usada por muitos, mas aqui em BH ficou na moda quando o Bloco do Moreré começou a tocar samba pelas esquinas e bares da cidade. Vai chorar? quer dizer algo próximo de uma singela provocação, Vai miguelar? Vai dar conta? Vai desistir? Provocação das boas, porquê se não quenta bebe leite!

Mas na verdade o post não tem nada a ver com isso, e sim com o lindo estilo musical que é o Chorinho. BH tem o privilégio de ter bons lugares para se escutar um bom chorinho, em vários dias da semana, é só escolher.

Mas o grupo de Chorinho de hoje vem de outra terra, vem se São Paulo, uma cidade com muita tradição musical sim. O Grupo chama Coletivo Roda Gigante, e quem me indicou as músicas de hoje foi o querido amigo Ricardo Perito, cavaquinista e violonista.

Quando eu comecei a escutar o vídeo abaixo, fechei os olhos e quis chorar. De arrepiar. Clube da esquina n.2 tocado da forma mais sutil e orgânica que eu já ouvi. Sem mais palavras, dá o play.

Acho que até o pessoal do Clube ia arrepiar.

E ainda deixo duas composições autorais, a primeira do Maurício Pazz, Rodolfo Stocco e João Vaz, e a segunda do próprio Ricardo, e tocadas pela turma. Lindas. Dessas pra sentir enquanto ouve.

Parabéns Ricardão! Seu trabalho tá lindo! Dá gosto e fico muito feliz de ter amigos assim talentosos!

E a turma que toca com ele no Coletivo Roda Gigante é:

Maurício Pazz – Bandolim
Júlia Donley – Flauta
Renato Pereira – Violino
Felipe Siles – Piano
Rodolfo Stocco – Violão
Ricardo Perito – Cavaco
Rafael Galante – Percussão
Lucas Silva – Percussão

Um chá de tangerina e um balão colorido

Um momento meio cabisbaixo, não sei se vou não se fico. Atualmente tenho optado muito por ficar.

Fiquei, abri a net e pensei: vou ouvir música, claro.

Entrei no facebook, e apareceu em primeiro na minha timeline: Twitcam Leo + Ana. Cliquei. Apareceu a Ana Larousse, linda com seus cachinhos ruivinhos, falando simpática, contando histórias e cantando musiquinhas de alegrar o coração. Pena que o Léo Fressato não estava junto, mas vou ficar de olho nos próximos twitcam. O Léo, inclusive já apareceu aqui nos meus post, com uma música que me cativou (minha preferida dele até hoje, Sobre Canecas e Chás).

Sabe o que é mais gostoso, se sentir próximo. Música. Proximidade. Sentimentos que se traduzem e se unem. Paixões plantônicas. Saudades das vós queridas. Sentimentos esquecidos. Chás de vários sabores. Lágrimas com cores. Música. Tudo num só lugar. Misturado ou não.

Aí no meio da conversa a Ana me toca uma música que ela fez pra avó dela, num momento difícil da família. Bora chorar né? Me faz lembrar muita coisa. E sim, é uma música dedicada a todas as vós.

Um video do teaser da música, só pra vocês verem que linda é essa moça, e que delícia é ver ela cantar. Essa música tem participação da Uyara Torrente, vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade.

 

 

Mas a música que eu mais gostei dela, que me deixou sem ar, foi uma nova, Tanta gente … mas ainda não tem gravação.  Mas que de um jeito muito simples traduziu meus sentimentos atuais em relação a um monte de coisa que eu to vivendo. Ana, obrigada. ❤

 

E agora vem a parte séria da brincadeira. A Ana e o Léo, que não são uma dupla, estão com projeto no Catarse pra que seus cds possam ficar prontos e circular por aí, fazer shows pelo Brasil (espero que em BH!!!) e sejam feliz para sempre. Link pro catarse aqui.

Eu vou contribuir. Queria mesmo mesmo, ganhar a serenata dos dois, mas pra mim! Queria um pocket show com meus amigos, e queria passar um fim de semana de fogueira, canções e conversas …

 

 

Cinco sentidos em mim

Tenho lido muito. Sobre muitas coisas. Sobre outros mundos e sobre o mundo de hoje. Sobre a tal contemporaneidade, que parece ser desculpa pra muita coisa, pra muita postura mal-dita, pra muito comportamento fugaz.

Ler me faz pensar. Pensar me faz refletir sobre mim mesma, e sobre o que eu projeto de mim no mundo. Sobre o que eu quero do mundo pra mim. Me faz ver que todo mundo muda na sua trajetória, que passa a pensar diferente, que passa a agir diferente. Eu prefiro acreditar, que sempre pra melhor.

Sendo muito dura com os sentimentos da vida, passei a aceitar melhor os carinhos, passei a me dedicar mais ao amor, o amor por mim e pelos outros. Mas primeiro por mim.

E depois de muitos anos, me descubro, assim, meio romântica. A música me mostrou isso.

Como não poderia ser romântica, se choro com música que fala de amor, se choro com clipes que contam belas histórias, choro com filmes e filmecos, se choro com os meus sentimentos. Pensei, só pode ser romantismo.

E sabe, aceitei isso, num show. Ali vendo de pertinho o Marcelo Jeneci, cantando com todo o carinho no coração, com toda a emoção estampada no seu rosto de bom moço. E sim, eu suspirei. Pela vida.

Sim, ele de novo no MusiqueaTrois, Marcelo Jeneci, com o acordeon que conquistou meu <3.

Ps: romântica sim, mas continuo não gostando dos atos extremos. Que o romantismo é bem mais singelo que isso.

Uma pessoa normal

Que tipo de pessoa você é? Eu sou uma pessoa normal, mas tenho minhas particularidades.

Eternamente apaixonada: por música e pessoas inteiras.

Vem pra perto, vamos ter longas conversas. Gosto de sentir o olhar.

É provável que eu te responda com ele, aquela pergunta que não cabe responder com palavras.

Pode ter medo, eu também tenho. Afinal de contas, somos pessoas, mais reais que ideais.

Sabe o que mais? Aí ta graça, gosto de pessoas interias e reais.

Gosto de calor.

Sou uma pessoa normal, mas tenho minhas esquisitices, e essas me tornam única.

A música? Aquela, que fala que só a bailarina não é normal, tadinha, ela não tem. Na voz linda da Mônica Salmaso.

Ps: os devaneios andam me fazendo bem, será a proximidade dos 30?

Ps: Show lindo lindo da Mônica Salmaso ontem, com a lua azul linda como cenário!

Guitarra baiana

Eu e os meus post cheios de brasilidades. Enquanto a Ana anda explorando sons de outros lugares, com outras levadas deliciosas, eu continuo fuxicando as possibilidades da música brasileira.

O Baiana System é uma banda da Bahia (né), que tem como base explorar o som da guitarra. Traz vários sons pra compor seu repertório, um quê africano, um quê de dub, um quê de música que hipnotiza.

O som é tão viciante que não consegui escolher uma música só. Então são dois videos: um clipe deles fuderoso de Jah Jah Revolta, e um ao vivo. O show deles que eu vi aqui em BH foi sensacional, por isso o post mereceu um video ao vivo, e de uma das músicas que eu mais gosto do álbum, Oxe como era doce.

 

 

 

Vai lá no site deles, baixa o álbum, e ouve ele do começo ao fim!

Ps: Foto de Fernando Naiberg, tirada do Flickr da banda.

Vem!

Música é pra ser compartilhada não é? Afinal de contas, além das entrelinhas, é o motivo do blog.

Muitos são os amigos, que sem saber, contribuem para o blog. Até mesmo quando dão desculpa esfarrapadas pra não participar como convidados. E essa música de hoje vem de um desses encontros musicais tão prazerosos.

É um tal de você já ouviu este album? E este? Nossa, o album tal é fuderoso. E aquele outro, sensacional? Ainda mais quando essa conversa é sobre LP´s. Minha nova paixão mais que correspondida.

Allman Brothers Bands, não conhecia, mas ouvi dizer: você vai se amarrar. É uma banda com aquele som delicioso, rock-jazz dos anos 70, com todas as suas nuances, do som marcado, suingue ao romântico. Foi uma banda muito influente na década de 70, e continua na estrada até hoje.

Então, bate o pezinho no chão e vem com a bluezeira que é essa música! Crazy Love! Musica vibrante.

ps: se animar, dançar um blues na sala meio loucamente também vai bem.

ps: a foto é do amigo Hugo César Paiva.

O suficiente para gostar

Eu escolho me envolver.

Mesmo sabendo o que vem por aí.

 

Pélico é um artista que fala de amor. Ou melhor, desamor. Não, de solidão. Quer dizer, de esperança. Ou melhor, desapego. Ou pior, de saudade. Minto, de verdades.

E que isso fique entre nós. Album de Pélico.

E que isso não fique somente entre nós. Sem nós.

Do Amor

 

Do Amor!

Somos feitos de amor! Ou não? Eu sou e vc?

Uma musiquinha que embala, que faz rebolar, que me faz lembrar do carnaval, que me faz lembrar de uma outra noite especial por aí.

A música se chama Isso é Carimbó, e além de outras coisas, faz o quadril se sentir livre!

Por isso aumenta o som e dá uma rebolada pela casa que hoje é sábado!

 

Na foto a querida amiga Raquel Coutinho se esbaldando de amor, confete e alegria no carnaval de BH.