#hojetem

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Estava eu, sentada com umas amigas (inclusive a Fê, um beijo!) em um bar onde se projetam vídeos na lateral de um prédio. De repente começa a passar um clipe bizarro, mas como a música ambiente não é o som do vídeo não me chamou muita atenção. Até aparecer o Matt Bellamy.

Eu não conseguia acreditar que aquele ser com casaco de pelúcia, bota de plataforma e óculos à lá Lady Gaga já tinha sido meu muso um dia. Mas sim, era ele.

Chegando em casa tive medo de ouvir a música. Poxa, Stockholm Syndrome é uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos, um rock delicioso, isso ai não vai prestar.

Mas quer saber? Prestou. Achei a música bem diferente sim do que eu esperaria do Muse alguns anos atrás, mas super gostosinha e a cara da sexta-feira!

Então deixo vocês com o meu ainda querido Muse pra irem se preparando pra sexta. Hoje tem (=

I ♥ rock ‘n roll

Difícil escolher uma banda pra homenagear no dia do rock, mas nem tanto.

Muse é definitivamente uma das minhas bandas favoritas. Muse é maravilhoso. Banda inglesa, formada nos anos 90 e que de lá pra cá vem consistentemente fazendo música boa. Grande parte do meu amor pelo Muse está no vocalista/guitarrista/compositor Matt Bellamy (<3), que é excelente nas três funções, com destaque pra voz maravilhosa desse homem. Amo.

Escolher a música preferida deles foi fácil. Do álbum de 2003 AbsolutionStockholm Syndrome é uma música que me dá arrepios todas as vezes que escuto, e que cada vez que faço isso gosto dela mais ainda.

Pra estourar as caixas de som, porque hoje é dia de rock, bebê!

Rock Saved My Life #1

Tudo começou quando eu vi um fake do line-up do SWU desse ano falando que ia ter MUSE (MUSE!) e, conversando com um aluno, disse pra ele uma coisa que eu nunca tinha pensado: depois do Radiohead, Muse era o show que eu mais queria ter a oportunidade de ver ao vivo. Isso me fez pensar em todas as músicas que não vêm parar aqui porque são conhecidas demais (por mim, que escuto desde sempre) mas que merecem um post, dois, dez. Se Mando Diao mereceu uma semana, como quantificar a importância de Radiohead na minha vida? Fazendo o Mês do Radiohead? O ano?!? Só o fato de eu ter falado com Thom Yorke na praia no Rio merece um post especial.

Então estava eu nessa trilha de pensamento quando fui interrompida pelo mesmo rapaz que disse que a banda preferida dele era Foo Fighters e que ele estava triste de não ter ido no Loola ver. Como eu sei que às vezes as pessoas ficam muito presas em música que vem de bandeja e fazem pouco ou nenhum esforço pra descobrirem coisas que fogem – mesmo que seja só um pouco – disso, perguntei se ele conhecia algum projeto paralelo do David Grohl, contei pra ele quem era Josh Homme e porque eu achava que ele ia curtir ele também, e no fim falei pra ele procurar Them Crooked Vultures e Eagles of Death Metal. Se você está acompanhando meu pensamento, nessa hora você está pensando: “como assim você não falou pra ele escutar Queens of the Stone Age?’. Eu sei. Shame on me. Mas foi por causa daquilo que comentei antes: pra mim é tão óbvio que eu esqueço que pra outras pessoas nem sempre é.

Com isso decidi fazer um post de Queens of the Stone Age. Mas como fazer UM post? Como escolher UMA música? Não dá.

Eu poderia ter pulado todo esse devaneio, mas achei que saber que uma música aleatória veio até a mim depois de passar por Muse, Radiohead, Them crooked Vultures, Eagles of Death Metal e Queens of the Stone Age conta pra alguma coisa – ou pra você escutar com um pouco mais de atenção, ou pra já saber que não vai curtir.

A música é Homo Sapiens e a banda The Cooper Temple Clause.

Feeling Good

Cover sensacional do Muse para a música de Nina Simone (você pode ouvir a original aqui). Adoro a voz do Matt Bellamy e acho que nessa música – como em tantas outras – ele mais do que canta, passa com a voz o sentimento por trás da melodia. Assim como com a Nina Simone, eu acredito que ele sabe como os pássaros no céu e os peixes no mar se sentem (se quiser saber também, a letra tá aqui).

Uma música sobre se sentir bem.

Bom começo de fim de semana pra nós.