quanto mais Fiona melhor

 

2013-07-24 20.50.44

Por um clipe novo da Fiona Apple vale tudo: trocar de post na última hora e até sair da vibe.

Por esse clipe LINDO então, vale até acreditar que dias melhores virão. Ok, meio drama queen.

AMO a Fiona, adoro os clipes dela. Desconfio que nunca a vi tão linda quanto neste. Uma música aparentemente simples: jogo de vozes e pouquíssimos instrumentos. Acústica e crua, como o restante do maravilhoso disco The idler wheel is wiser than the driver of the screw and whipping cords will serve you more than ropes will ever do.

Um vídeo também simples. Mas forte. Intenso.

Li uma crítica interessante desse disco, que fala que a música da Fiona “é uma reflexão às misérias de nossas vidas”. Nunca tinha visto por esse lado, mas concordei. Até me fez entender um pouco melhor o que tanto me agrada nas letras dela: quase nunca tem um final feliz.

Isso é diferente. E bem intrigante. Pelo menos pra mim.

pra sorrir

Tem hora que precisa de pouco pra um sorriso gostoso aparecer: um telefonema, uma mensagem, uma música bonita, uma chamada no skype, um email, uma lembrança.

Um ipê amarelo florido no meio da cidade.

Um vídeo lindo, que mostra o amor de uma forma extremamente delicada.

Hoje eu estou Dibigode

A primeira vez que eu ouvi falar do Dibigode, foi perto do show deles de lançamento do clipe, mês passado. Na verdade ouvir falar eu já tinha ouvido, mas não tinha parado pra escutar.
Eu não estava em BH e não pude ir no show, mas vi tantos comentários positivos ao show, à banda, ao clipe, que resolvi parar pra escutar com atenção.
O clipe é foda! A música é linda, é envolvente, é daquelas de fechar os olhinhos e balançar a cabeça. O clipe conta com a participação de diversos amigos do pessoal, só gente bonita.
O Dibigode tem um lado, que hoje em dia está cada vez mais atuante em tudo e na música, que é o apelo visual gráfico muito legal. Eu acho sensacional misturar música, arte, fotografia, grafismos. E isso é muito contemporâneo.
O album deles, o “Naturais e idênticos ao natural de pimentas da Jamaica e preta” (ótimo nome!), você pode escutar na net, mas pra ter acesso ao “algo mais” dele, vc tem que comprar um livro, que parece ser uma obra de arte, leiam isso:

“o Dibigode construiu uma caixa que guarda sua plataforma de expressões. Dentro dela, 60 páginas de um livro dimensionam o trabalho e a consistência do projeto que pretende transcender expectativas e cooperar para a construção de novos conceitos no mundo da música. Um livro que deve ser considerado fiel representante das aspirações da banda, sua interface física, palpável.”

Não parece interessante? Eu vou adquirir o meu em breve.
Hoje eu não falei muito sobre o som deles, e sim sobre essa interatividade música e arte que me fascina. O clipe é uma amostra disso.

Mais infos da banda aqui. Vale a pena.
ps: a foto eu roubei do face da banda.

Hoje eu estou de Dibigode

A primeira vez que eu ouvi falar do Dibigode, foi perto do show deles de lançamento do clipe, mês passado. Na verdade ouvir falar eu já tinha ouvido, mas não tinha parado pra escutar.

Eu não estava em BH e não pude ir no show, mas vi tantos comentários positivos ao show, à banda, ao clipe, que resolvi parar pra escutar com atenção.

O clipe é foda! A música é linda, é envolvente, é daquelas de fechar os olhinhos e balançar a cabeça. O clipe conta com a participação de diversos amigos do pessoal, só gente bonita.

O Dibigode tem um lado, que hoje em dia está cada vez mais atuante em tudo e na música, que é o apelo visual gráfico muito legal. Eu acho sensacional misturar música, arte, fotografia, grafismos. E isso é muito contemporâneo.

O album deles, o “Naturais e idênticos ao natural de pimentas da Jamaica e preta” (ótimo nome!), você pode escutar na net, mas pra ter acesso ao “algo mais” dele, vc tem que comprar um livro, que parece ser uma obra de arte, leiam isso:

“o Dibigode construiu uma caixa que guarda sua plataforma de expressões. Dentro dela, 60 páginas de um livro dimensionam o trabalho e a consistência do projeto que pretende transcender expectativas e cooperar para a construção de novos conceitos no mundo da música. Um livro que deve ser considerado fiel representante das aspirações da banda, sua interface física, palpável.”

Não parece interessante? Eu vou adquirir o meu em breve.

Hoje eu não falei muito sobre o som deles, e sim sobre essa interatividade música e arte que me fascina. O clipe é uma amostra disso.

Mais infos da banda aqui. Vale a pena.

 

ps: a foto eu roubei do face da banda.