#vemnat

oo7

Eu tenho uma amiga que eu não conheço.

O nome dela é Nat, e ela é uma fofa. Tão fofa que eu imagino que ela pequenininha, daquele tipo que a gente quer guardar na bolsa e levar pra casa, mesmo sabendo que ela é tipo 10cm mais alta que eu. Também sei que ela gosta de nuvens e tem uma tatuagem que eu adoro, e que um dia ela ainda vai me ensinar a fazer tricô.

Sem contar que ela é amiga do Supla e do Vinny.

Tem tipo um ano que a gente se conheceu pelo Twitter, e ontem fiquei sabendo que ela vem pra BH e fiquei super feliz. Porque se conhecer pessoas novas já é bom, imagina conhecer uma que já é sua amiga!

Queria uma música com a cara de “vamos aproveitar o fim de semana” e…

Grouplove, com Tongue Tied.

BH vai ser pequeno pra nós.

Bom dia, BD! #vemnat

ps.: não posso deixar de falar que lembrei da Fê (um beijo!) com essa música ❤

consufo

Desesperada pra ter paciência. O ano passado inteiro e bom, até um mês atrás, esse era meu lema. E ele vem de uma música que eu amo: . Ela é do Tom Zé, mas caiu na minhas graças através da Zélia Duncan. Nunca conheci/gostei de  muita coisa dela, a não ser quando tocava Catedral na série Confissões de Adolescente… Mas o disco Eu me transformo em outras, de 2004, é excelente! De acordo com a própria cantora:

“No repertório, minha memória recente e remota, o desejo de homenagear vozes e autores que me fizeram tomar a decisão de também dedicar minha vida à música. Minha Elizeth Cardoso, Araci de Almeida, Sílvia Telles, Ná Ozzetti, Herivelto Martins, Nelson Gonçalves, Wilson Batista, Hermínio Bello de Carvalho, Tom Zé, Itamar Assumpção, Tom e Vinícius, Haroldo Barbosa, Ella Fitzgerald, Luiz Tatit, Cartola, Lula Queiroga, Jacob, Wisnik, Claudionor Cruz, Pedro Caetano…”

Além dessa excelente de hoje, preciosidades como Capitu do Tatit também completam o repertório.

A música de hoje é uma delícia! Além da letra maravilhosa, traz o querido  Marcio Bahia na bateria e percussão e o excelente Gabriel Grossi na gaita.

Não digitei errado, é consufo mesmo. Uma piadinha interna com a palavra ‘confuso’… (sou #BD, yeah!)

a arte do encontro

Pra variar, tô com o poetinha e não abro:

“A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida”

E bom, acho que ando numa fase de extremo desencontro. Com os outros e comigo. Talvez seja a tal da crise dos 30, se é que ela existe mesmo. Talvez seja só um momento de reflexão intensa sobre o que já foi da vida, o que será dela daqui em diante.

A tentativa de descobrir onde eu me encaixo nesse mundo.

Essa música tava perdida na minha lista de música pra postar algum dia. Amo listas… Não deve ser coincidência ter topado com ela logo hoje. O desencontro que passou a última semana martelando na minha cabeça, tá aí. A sensação de encontrar-se, encontrar o seu lugar, tá aí.

E o Arnaldo Antunes coloca isso de uma forma muito delicada. Lindo ele, linda a letra, linda a música.

Pra pensar, com toda calma, qual é nosso lugar…

De quem a gente tá perdido.

Do que você quer pra essa pessoa, quando encontrar.

Quem você quer que te ache.

 

Bom dia!

A primeira coisa que faço quando acordo é pegar celular pra dar e receber bom dia no twitter.

Parece uma coisa meio fria, automática, mas pelo contrário: morando sozinha por alguns anos, meu bom dia tinha se tornado uma frase pronta, uma educação que a gente tem com as pessoas na rua antes do meio dia. Completamente automático. Agora não.

Agora quando eu dou bom dia eu quero saber se as pessoas estão bem. Se estão melhores que ontem. Quero ouvir a música que elas estão ouvindo e saber a opinião delas sobre coisas da minha vida.

Tem bom dia pra melhor amiga e pra quem eu nunca vi na vida.

Tem gente doente e tendo um dia ruim. Tem gente feliz com emprego novo. Tem de tudo porque todo dia é um dia diferente.

Algumas coisas a gente não pode mudar. Outras a gente consegue mudar com um bom dia.

Pra turma do #BD, uma música que sempre consegue mudar meu dia pra melhor.

Bom dia!