românticos

Essa semana vi um filme interessante: The Romantics. Nada de excepcional direção, atuações, roteiro inovador… Nada disso. Até meio clichê: um grupo de amigos vai para um casamento onde uma das madrinhas é ex namorada do noivo. Um dia alguém me disse que nenhum clichê é clichê por acaso… Ando acreditando nisso. O título em português é tão ridículo que nem vou me dar ao trabalho de colocar aqui.

Por que falar sobre o filme então? O filme é bonito, intenso. Me passou um sentimento de verdadeiro. Em uma cena, os amigos – completamente bêbados na beira da praia – se perguntam por que estão todos ali, juntos. Por todos terem a mesma meta: inspirar e serem inspirados.

Achei isso tão lindo. Pode ser citação de algum autor, é constante no filme. Procurei por alto mas não achei uma fonte.

É uma bela – talvez a mais que já ouvi até hoje – definição de amizade. Inspirar pessoas por quem se tem carinho, ver que você fez a diferença na vida de alguém. E deixar que façam na sua também.

Não canso de dizer: lindo isso.

O post de hoje estava pronto desde segunda. Era mais pesado, mais sofrido, mas na mesma temática de amizade. Por ser um desabafo sincero, passei ele pra outro blog. Melhor optar pelo leve aqui, pelo feliz.

Quem eu gosto, quem eu me importo sabe bem do carinho que tenho. Amo meus amigos. Cada vez me vejo numa fase que preciso deles por perto. Pra sair e tomar um café, pra deitar no colo e contar o que anda me apertando. Pra colocar o papo em dia, pra resolver o que anda incomodando. Pra ouvir uma música calados. Pra ter conversas tão divertidas que justificam o processo evolutivo da fala.

Pra lembrar que tudo que a gente tem é hoje, que nunca se sabe se vem um amanhã. Pra viver esse hoje.

Pra inspirar e ser inspirada.

Tô numa fase muito Querido diário, sorry. Tudo anda muito a flor da pele… Sim, beijo de novela tem me feito chorar. Tudo tem me feito chorar… Muita coisa que precisa ser dita, muita vontade de falar tudo de uma vez. Só que chega uma hora que é melhor tentar dormir…

Voltando ao filme: recomendo. É um filme bonito. Despretensioso, inteligente. E, com uma trilha sonora BEM legal. Amei a We Can’t Be Friends, da Lorene Scafaria. Mas a que roubou meu coração foi a Brutal Hearts, do Bedouin Soundclash.

Espero que gostem.

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