o importante é viver mais com menos!

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Nossa, que prazer ter a Nane como convidada do Musique!! Amiga muito muito querida, linda, que tem uma relação também linda com a música! Bem a carinha do Musique…

Com vocês, minha querida Cristal:

Escolher uma música pro Musique foi difícil.

Primeiro, porque como amante da música, não tenho “a” música preferida… São muitas e não queria que nenhuma delas sentisse ciúme da escolhida, ficasse magoada por ter sido preterida. Quase escolhi uma música clássica (não o estilo clássico, mas clássica p mim)…

Segundo, porque às vésperas do carnaval, me sinto totalmente influenciada pelo calor do momento. Como se estivesse no meio de uma avalanche, que vai arrastando tudo e todos pelo caminho. É missão quase impossível ficar de fora e discernir alguma coisa no meio de tantos sons e ruídos e saber se sou eu que vou atrás do bloco ou o bloco é que me leva. Quase escolhi uma música carnavalesca…

Terceiro, a tecnologia. Aquela, que dá essa sensação de que o mundo ficou pequeno demais, pode ser bem traiçoeira.
Sim, além das músicas tecnológicas em que quase tudo é forjado através dos vários programas e aplicativos, posso acessar músicas da Ásia, África, Europa com apenas alguns cliques e também descartá-las na mesma velocidade. Quase escolhi uma dessas músicas…

Então, ciente de que estou afogada, no meio da avalanche, dependente dos gadgets, resolvi nadar contra a corrente do momento carnavalesco, frenético e escolhi uma música simples. Como se fosse uma árvore na beira do rio, me agarrei a ela pra respirar um pouco.

Esse músico, Chilly Gonzales, caiu como uma luva!
Canadense, morou na França, agora mora na Alemanha, MC, produtor, compositor e… pianista.
Completamente imerso na avalanche também, tecnológico, clássico, mas simples! Escuta que paz:

Ter acesso a toda essa informação é ótimo, mas cansa!!!! E pra esses momentos, nada melhor que músicas assim, que alívio!!!

Quero dedicar essa música a todos que, assim como eu, gostam das coisas simples, tranquilas e boas.

A nova do Strokes

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Quem já escutou a nova música do Strokes tem uma opinião sobre o assunto. Não é uma música daquelas “Ah, ouvi sim, normal”. Não; a mistura – que soa muito com um tecnobrega e é um sampler safado de uma música do Maná (lembra deles?) – não passa batida.

Quando falei da música nova do Bowie na sexta disse que música a gente tem que escutar algumas vezes pra saber, fora poucas exceções (lembro com uma clareza fora do normal a primeira vez que coloquei In Rainbows pra tocar, a batidinha de 15 Step começou e eu sabia que estava escutando o que iria ser um dos meus álbuns preferidos antes da primeira música começar direito). One Way Trigger é uma dessas músicas amor à primeira vista? Não. Mas ruim porque lembra tecnobrega? Peraí.

Acho que antes de mais nada não podemos desmerecer o tecnobrega por si só. É fácil falar que tecnobrega é ruim porque é brega (tá inteligente hoje, heim Taty Piriguete?), mas a verdade é que é um ritmo que estourou no Pará e chegou por aqui na abertura de novela da Globo. Agora, tira isso do contexto Pará, brega, Brasil, e pensa nisso com olhos de quem está de fora.

Mesmo sem o brega o tecno ainda incomoda? Ok. Eu também queria que eles fizessem um novo Is This It, mas… Isso foi há mais de 10 anos atrás. Eles fizeram mais 3 discos, sendo que o último nem foi lá essas coisas. E agora eles tentaram uma coisa nova. Não me sinto confortável em ouvir uma vez, achar diferente e já falar que é ruim. No mínimo, dou valor pra eles saírem da zona de conforto e fazerem um som completamente diferente.

E alguém mais lembrou das trilhas dos jogos de Atari com essa música ou fui só eu?

The Strokes começando 2013 com One Way Trigger:

E a música do Maná de onde o ritmo foi sampleado, En El Muelle de San Blás:

Boa terça-feira, gente.

sobreviveremos!!!

Bom, hoje vou num clássico. Na verdade, numa versão de um clássico que, na minha humilde opinião, já é mais clássico que o clássico.

Tem uns três dias que não tiro ‘I will survive’ da cabeça. Não sei se pelas trocas de aflições com as colegas na mesma situação de aperto, não sei se pela vontade de me jogar no carnaval SENSACIONAL que vai ter em BH esse ano…

…ou simplesmente pelo Cake ter conseguido transformar essa música na versão mais bacanuda de todos os tempos!!!

Força na piruca, povo!

é S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L.

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BH fazendo nossos corações baterem mais forte. Além de ter o carnaval mais amor do Brasil, tem o pré-carnaval mais musicante! Dia 02 de fevereiro tem o IV Simpósio de Empreendendorismo Nada Sensato Articulado no Cenário Internacional e Organizado por Nossos Amigos Legais, o S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L.!
Então vou mostrar aqui algumas das bandas bacanudas que vão tocar.
Hoje é a vez do Los Broster da Argentina! Eu já conhecia o som da galera e quando vi que eles viriam aqui fiquei em êxtase!

Fala se não dá vontade de dançar bem lelê pela sala!!!

Mais infos do S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L. aqui, e do Los Broster aqui.

Onde estamos?

Nem sempre consigo trazer uma música que seja novidade. Uma novidade de um artista de peso então…
Como lidar com uma música nova do David Bowie? Quem acompanha o blog sabe que ele é muso desde seus tempos de Labirinto. Agora aqui está ele de novo, um senhor em pé perto da parede.
O clipe da sua música nova – Where are we now – é estranho. E a música… Poxa, é uma música do David Bowie. Não sei o que dizer. Que tal escutar e me conta, o que você achou?

Just for fun

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Quase sexta, quase Carnaval!

Dias corridos por aqui… Pra hoje escolhi um clipe divertidíssimo da minha amada Fiona Apple.

Música delícia, atuações hilárias.

 

dom la nena

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tem coisa que não tem explicação. escutei a música No meu país pela primeira vez e deu vontade de chorar. escutei pela segunda e também.
a gente vive falando em ser suave, em ser leve, em ser alegre. poucos conseguem de verdade. dom la nena. puramente sonora.
Dom produziu seu primeiro album, Ela, que será lançado em breve, em parceria com Piers Faccini, e nas palavras dele: “as canções de Dom tem alguma coisa de diretamente terna e emocional, uma ingenuidade e uma fragilidade acompanhadas por uma maturidade impressionante. É essa aliança entre a dúvida e a autoridade que faz todo o seu charme e todo o seu talento”.
palavras certeiras, pra um trabalho TÃO suave.
encantamento puro.
encante-se também.

Dom La Nena & Piers Faccini – Dessa Vez from JEREMIAH on Vimeo.

a lindeza tem 23 aninhos e um currículo invejável. Dá uma olhada no trabalho dela aqui.
Quando Dom lançar seu album no Brasil, com certeza ela voltará a aparecer por aqui.

Dom La Nena ❤

Pra provar e querer mais.

2012-11-14 - 011

Estava aqui pensando comigo sobre covers. Seriam eles a falta de alguma coisa a mais, ou seriam a coisa a mais? Se não me engano, John Lennon disse que Joe Cocker cantou With a Little Help From My Friends como ela foi feita pra ser gravada.

Uma forma sincera de homenagem? Arrogância de achar que pode fazer melhor? Alguém cantando uma música que gosta porque pode? Talvez só uma vez, de apenas uma forma, não seja suficiente.

Gostava muito do duo Gnarls Barkley, adoro a voz do Cee-Lo e amo Radiohead. Um cover que adoro pra encher o dia de alguma coisa boa pra repetir à vontade.