Guitarra baiana

Eu e os meus post cheios de brasilidades. Enquanto a Ana anda explorando sons de outros lugares, com outras levadas deliciosas, eu continuo fuxicando as possibilidades da música brasileira.

O Baiana System é uma banda da Bahia (né), que tem como base explorar o som da guitarra. Traz vários sons pra compor seu repertório, um quê africano, um quê de dub, um quê de música que hipnotiza.

O som é tão viciante que não consegui escolher uma música só. Então são dois videos: um clipe deles fuderoso de Jah Jah Revolta, e um ao vivo. O show deles que eu vi aqui em BH foi sensacional, por isso o post mereceu um video ao vivo, e de uma das músicas que eu mais gosto do álbum, Oxe como era doce.

 

 

 

Vai lá no site deles, baixa o álbum, e ouve ele do começo ao fim!

Ps: Foto de Fernando Naiberg, tirada do Flickr da banda.

L’artiste

Quando um verdadeiro artista canta, entender o que é dito se faz desnecessário. Está tudo ali. Tenho uma teoria que quando você não sabe o que o artista diz, entende aquilo que precisa ouvir.

Essa não era a música que eu queria pra hoje, mas não consigo tirar ela do repeat. Como essa voz entra e leva e traz e torce. É lindo.

A música é La Foule, de Edit Piaf.

con gas

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… e a vida vai voltando ao normal. Normal, será? Impossível. Cada nova jornada vem a acrescentar e mudar alguma coisinha dentro da gente.

Acabo de voltar de uma especial: 13 dias viajando de carro pela linda Colômbia. Mar, cachoeiras, águas quentes, pessoas muito queridas e especiais. Novas amizades, novos amores. Novas pessoas malucas. Novas experiências.

E novas musicas, claro!

Hoje posto um som muito especial que conheci nos lados de lá, vindo da pessoa mais maluca que cruzou nosso caminho. A musica vem da coletânea Palenque Palenque: Champeta Criolla & Afro Roots In Colombia. Pelo que aprendi por lá, o Palenque é similar ao Quilombo brasileiro. Essa musica é típica das comunidades negras da região de Cartagena.

Som fino, especialíssimo! Pra começar a semana com gás e força!

Música para o fim de semana

Uma música suuuuper com cara de sábado. Ou de domingo.
Transmissor é uma banda daqui de BH, formada por carinhas muito queridas e velhas conhecidas: Thiago Correa, Leonardo Marques, Henrique Matheus, Jennifer Souza, Pedro Hamdan.
Essa frase sobre o Transmissor é linda: “O Transmissor é a forma que um bando de amigos chegando aos trinta anos encontrou para continuarem se reunindo com freqüência”, disse certa vez o guitarrista e vocalista Leo Marques. Não sei porque, identifiquei.
Amizade, tem banda que significa isso, que passa isso.
Por isso curte o sábado, o domingo, vai encontrar com os amigos, na praça, no bar, ou numa casinha de sapê.

Afrodisíaco

Ontem, na turma do bom dia (#BD!) houve reclamações sobre a falta de tesão pra fazer as coisas, e qual seria o remédio.

Na hora eu sabia a resposta, mas não tive como mandar a música. Então aqui está: Aphrodisiac.

Tirada do filme Marie Antoinette, essa é uma das maravilhosas escolhas de Sofia Coppola para suas trilhas sonoras. Adoro e recomendo todas! No caso deste filme, a trilha conta não só com músicas, digamos, atuais como também uma ótima seleção de músicas clássicas. E pra quem ainda não viu o filme, fica a dica =)

Sexta-feira, gente.

Um beijo.

 

Vem!

Música é pra ser compartilhada não é? Afinal de contas, além das entrelinhas, é o motivo do blog.

Muitos são os amigos, que sem saber, contribuem para o blog. Até mesmo quando dão desculpa esfarrapadas pra não participar como convidados. E essa música de hoje vem de um desses encontros musicais tão prazerosos.

É um tal de você já ouviu este album? E este? Nossa, o album tal é fuderoso. E aquele outro, sensacional? Ainda mais quando essa conversa é sobre LP´s. Minha nova paixão mais que correspondida.

Allman Brothers Bands, não conhecia, mas ouvi dizer: você vai se amarrar. É uma banda com aquele som delicioso, rock-jazz dos anos 70, com todas as suas nuances, do som marcado, suingue ao romântico. Foi uma banda muito influente na década de 70, e continua na estrada até hoje.

Então, bate o pezinho no chão e vem com a bluezeira que é essa música! Crazy Love! Musica vibrante.

ps: se animar, dançar um blues na sala meio loucamente também vai bem.

ps: a foto é do amigo Hugo César Paiva.

a arte de se deixar levar

Quem me vê hoje, andando pela rua de sapato de oncinha, maxi-colar e óculos Restart olha pra mim e fala “não. Essa pessoa não dança forró”.

Mas dança.

Saber dançar é uma das coisas boas da vida. Quando uma música que você ama toca, e seus pés têm a habilidade de acompanhar o ritmo, é bom demais. Bom demais da conta. Conseguir deixar uma música te levar: isso é dançar. E é tão bom…

Pra essa terça cinza, uma música que me leva de onde eu estiver pra qualquer outro lugar, pois mesmo quando o local não é apropriado pra sair dançando alguma coisa dentro de mim se levanta e vai. Caetano, lindo maravilhoso, fazendo uma homenagem ao amigo Torquato Neto com um música com nome de bebida: Cajuína.

Existirmos, a que será que se destina?

Boa terça!