Free as a bird

Falando de liberdade.

Lembro de quando era adolescente e rebelde. De detestar as patricinhas do colégio de crianças riquinhas que eu estudei. Até que um dia comecei a ter vontade de ter certas coisas fora do meu padrão de rebeldia: salto, maquiagem. Um casaquinho cor-de-rosa. Era lindo, e eu queria, mas não podia: era coisa de patricinha.
Até que um dia minha mãe me pegou no pulo – namorando um sapato de salto numa vitrine – e perguntou por que eu não entrava e experimentava. Eu disse que não usava esse tipo de coisa pelos motivos acima, e ela falou uma coisa que definiu muitas das minhas escolhas daí pra frente: por que se prender na opinião das pessoas importava? Qual o valor de alguém achar que eu seria isso ou aquilo quando eu sabia quem era de verdade?
Nunca mais deixei de usar nada que fosse coisa de patricinha (pra desgosto da Yuri). Ou de nerd, ou de qualquer outra coisa que qualquer um ache que possa definir minha personalidade, porque não define. Porque a opinião da maioria das pessoas, na verdade, não interessa. E as pessoas que interessam são aquelas que te conhecem além das aparências.
Com capinha de coelhinho rosa e tudo.
Eu sei que Beatles já apareceu aqui muito, mas… Também acho que nunca é demais.
Um beijo!

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