Quando as coisas fluem …

Esse é um post muito especial, post com parceria! A música nos une, afinal!

Já tem um tempinho que estou querendo escrever sobre o Urucum na Cara, um grupo musical aqui de Beagá. Conheço o som deles tem pouco tempo, mas me conquistou de cara.

Fui conhecer mais a banda, depois do último lançamento, A Beira do Dia, que aocnteceu em BH recentemente, e também depois da participação do grupo no Palavra Som.

Primeira impressão: poesia e harmonia. Um som que combina muito com o mundo, com a natureza, com as raízes, com a delicadeza.

Para conhecer mais o trabalho deles, acesse o site. Lindo e cheio de história dessa turma.

Os integrantes são:
Thiago Ribeiro | Baixo e voz
Irene Bertachini | Voz e flauta |
Leandro César | Violão, viola e voz
Paulo Fróis | Bateria e percussão
Christiano de Souza | Percussão e voz

A voz da Irene é coisa linda, casa muito bem com o ritmo, com as letras. Aliás, o Urucum é um desses grupos musicais, que são realmente grupos, coesos, orgânicos, harmoniosos. Não é tão fácil ver isso por aí.

Aí, a história começou a tomar forma … um dia o Leandro César comentou que achava o blog legal, que gostava dos textos. A abertura tava ali! Eu, toda empolgada, sugeri dele escrever algo pro MusiqueaTrois. . Mas como o Urucum na Cara é uma banda muito especial, resolvi escrever também. Pronto, parceria feita, pra lá de especial.

Quando eu achei que tava tudo certo, o Leandro escolhe pra postar no blog, a música que mais me fez arrepiar. Clarear … a primeira vez que ouvi essa música, eu não só arrepiei, como me lembrei de coisas boas, me sentir que poesia e música alimentam muito mais os ouvidos … E o mais legal, olha o que o Leandro conta dessa música:

“A música de que falo é Clarear, uma parceria minha com o Luiz Gabriel Lopes.

É uma música que especialmente pra mim carrega um sentimento muito forte, estávamos em Milho Verde – MG, em 2009 eu acho, numa casa cheia de amigos. Era inverno, e estava acontecendo o festival. Eu não me lembro se eu ou o Luiz tinhamos desenvolvido o início da música, só o primeiro motivo, ainda repetindo isso pra ver se engatava, nos aparece uma figura, um típico caboclo da região, e já um pouco animado depois de algumas cachaças pra esquentar do frio, por cima daquela base harmônica da introdução, faz um improviso que nos fez abrir o coração. Inspirados nisso seguimos no aprofundamento da canção, que fala de estar “à beira” do dia… nesse tempo conversávamos muito sobre o que nos dizia “Cais” do Milton Nascimento, era hora de parar pra escutar, de olhar bem para o novo dia, de inventar a nossa maneira de fazer, era hora de se lançar.”

Urucum na Cara, com referências do Clube da Esquina …

Não tenho mais nada a dizer! As coisas fluem!

Aliás, tenho sim: Obrigada Leandro!

Um pensamento sobre “Quando as coisas fluem …

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