Depois do fim

“O R.E.M. marcou o ponto em que o pós-punk virou rock alternativo”. Assim começa no AllMusic a descrição do R.E.M., uma banda que nunca chegou a ser uma preferida, mas que eu gostei consistentemente ao longo dos anos.

Do início da carreira deles, ao boom do início dos anos 90, à formação do trio e o fim da banda em setembro desse ano, saiu muita coisa boa. Conheço algumas das mais antigas – The One I Love, Bad Day, Shiny Happy People – todas clássicas e deliciosas, e conhecidas de  inferninhos cults por aí (ai, minha época de Obra…). Admito que do que saiu nesse século não conheço muito, e acho que a mais recente que lembro ouvir deles foi Orange Crush; mas eu curti o boom anos 90.

Losing My Religion foi definitivamente a música que inaugurou a banda na minha vida. Uma música linda, com um clipe maravilhoso, e uma letra que caiu como uma luva pra minha angústia adolescente. Depois dela vieram outras, Man on the Moon, What’s the Frequency, Kenneth? e a linda Everybody Hurts, pra citar as mais famosas (e preferidas).

No dia 15 de novembro (agorinha!) foi lançado o álbum Part Lies, Part Heart, Part Truth, Part Garbage: 1982-2011, com todas as músicas citadas acima mais outras 12 – são 20 no total. Pra quem não conhece e quer conhecer, ou pra quem como eu gosta e queria conhecer mais, as melhores de todas as fases da banda. Super recomendo.

Pra hoje, minha ainda all time favorite. E boa terça pra todos.

 

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